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Dinamismo no setor da construção em Portugal

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Dinamismo no setor da construção em Portugal

De modo a colmatar o desequilíbrio entre a procura e a escassez da oferta imobiliária em Portugal, o ano 2018 está a ser marcado pelo aumento de nova construção. Cerca de 2 milhões de M2 de nova construção entraram em processo de licenciamento nos primeiros cinco meses de 2018 (de janeiro a maio)1.

 

Manuel Reis Campos, Presidente da CPCI2 acredita que a evolução dos preços tenderá a estabilizar-se assim que haja uma resposta às necessidades atuais do mercado residencial português. De forma generalizada, muitos especialistas admitem que será com mais oferta imobiliária que se equilibrará os preços.

 

Mediante esta leitura do mercado, assiste-se a um investimento em nova construção, por parte dos promotores. Segundo dados da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) foram emitidas, em 2017, 14.120 licenças de construção que corresponde a um crescimento de 24,4% face a 2016. E, até abril deste ano, já foram emitidas 6.128 licenças para nova construção, um acréscimo de 38% face ao mesmo período do ano passado.

 

Entraram em carteira 15.100 novos fogos por todo o território continental, distribuídos por 6.776 novos projetos de habitação. Desses novos projetos apenas 400 e cerca de 1.400 fogos serão edificados no Algarve, de acordo com os dados do Confidencial Imobiliário.

 

Paul Cotterell, diretor de vendas da Casas do Barlavento, alerta para que os promotores estejam atentos às tendências do mercado da procura e do arrendamento: “nós, mediadores imobiliários, por nos encontrarmos em contacto diário com o mercado, estamos mais informados sobre as necessidades e o poder de compra dos clientes e podemos perceber as oportunidades de negócio”.  Ainda acrescenta que, “felizmente, no Barlavento Algarvio, está a surgir nova construção, na sua maioria de gama alta. É o caso do empreendimento Horta do Galvão (Rodrigues & Vermelho), da Adega (Miralagos) e do Prime Residence (BlueRock), todos em Lagos”. No entanto, há uma escassez de imóveis para os segmentos médio e médio-baixo, os principais motores da economia regional e que, na sua maioria, são a mão-de-obra essencial para a hotelaria no Algarve”.

 

1 Dados apurados através da emissão de pré-certificados energéticos da ADENE.

2 Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário.